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sábado, 6 de setembro de 2008

Educação Pela Arte e o Projeto Dom Empreendedor




Acho que esta matéria tem tudo a ver com a matéria que vimos no tópico: Educação pela Arte, pois, mostra que já está funcionando a preocupação das pessoas e de vários órgãos para uma melhor educação para muitos dos que não tem condições financeira significativa e social, conseguindo assim, reduzir esses “menores” a o não envolvimento com drogas e combate à violência.
O Projeto Dom Empreendedor, é dirigido a alunos do Ensino Fundamental, de 1ª a 8ª séries. Em 2004, foi firmada uma parceria com o Sebrae, que oferece ao aluno a oportunidade de vivenciar as etapas de planejamento, execução e operacionalização do dia-a-dia de uma empresa. A dinâmica é realizada no formato de oficinas que são especialmente planejadas para cada série e aplicada por professores do Colégio.

Desenvolver desde o início da vida escolar as competências, despertar o espírito empreendedor são alguns dos objetivos do Dom Empreendedor. Estas ferramentas são utilizadas pela equipe Dom Bosco para preparar os alunos para o mercado de trabalho. Durante o curso diversas habilidades são trabalhadas com os alunos. A comunicação, liderança, criatividade, determinação e iniciativa são desenvolvidas pela equipe Dom Bosco. No final do programa, é realizada uma Feira onde os alunos expõem e vendem seus produtos.
O PROERD - Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência - é um programa de caráter preventivo desenvolvido em parceria com a Polícia Militar do Paraná para alunos de 4ª série. Tem por objetivos prevenir quanto ao uso de drogas e combater a violência.
O Programa, apresentado em dezessete aulas, propõe atividades que visam ao desenvolvimento da auto-estima, ao cultivo da felicidade, ao controle das tensões e à civilidade, além de ensinar técnicas de autocontrole e resistência às pressões e às formas de oferecimento de drogas.
As aulas são ministradas por oficiais da PM, acompanhados pela professora e supervisionados pela Coordenação. Após o programa, os alunos participam da formatura com a presença dos familiares e convidados, confirmando a participação do aluno no PROERD.
Ronaldo Figlioulo

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Educação pela Arte



O movimento da Educação pela Arte foi promovido principalmente por Herbert Read e Viktor Lowenfeld. Read tinha a arte como uma manifestação de sentimentos e cada um tinha sua forma de expressão. Acreditava que a relação entre o professor e o aluno tinha que ser afetuosa e informal e dizia que o bom professor era "um vigia paciente e amoroso", que entendesse e respeitasse a personalidade singular de cada aluno, fazendo da Educação pela arte uma educação pela paz.

Já Lowenfeld, criticava os desenhos prontos dados as crianças em sala de aula (lembrando que esses desenhos-pré-fabricados-para-capas-de-provinhas ainda são vivos em várias escolas) e defendia a tese de que as crianças deveriam conhecer os artistas e as obras de arte para que desenvolvessem seu próprio senso estético e crítico.

Por fim, a Educação pela Arte foi desenvolvida para que os professores, através da arte, ensinassem suas disciplinas de maneira fácil, agradável e inteligente.

Palmas para Read e Lowenfeld e viva la revolución!



imagem:
Danielle Costa
fonte de pesquisa:
Aulas de Historia do Ensino das Artes Visuais
http://sepia.no.sapo.pt/sepiaedar_cit.html
http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/noe/noe52/dossier7.htm
http://envolvartes.blogspot.com/
texto:
Danielle Costa



Danielle Costa

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Educação pela Arte

Fonte de imagem: http://images1.jacotei.com.br/grd/49717.jpg


O movimento Educação pela Arte foi defendido, principalmente, por Herbert Read e Viktor Lowenfeld. Para Lowenfeld, a criança deveria conhecer os artistas, para, a partir daí, formar um senso estético e crítico. Ele criticava a utilização de desenhos pré-feitos no sistema educacional, pois afirmava o desenho infantil era puro e inocente, importando mais o processo de produção do que o produto final. Via a arte como válvula de escape com certa função terapêutica.

Herbert Read defendia a idéia de que, para incentivar a produção do aluno, o professor deveria ser “um vigia paciente e amoroso”, compreensivo e atencioso à personalidade dos alunos. Ele acreditava que a arte era expressão do sentimento de cada um.

"Estou seguro de que o que está errado no nosso sistema educativo é precisamente o nosso hábito de estabelecer territórios separados e fronteiras invioláveis; e o sistema que proponho (...) tem por único objectivo a integração de todas as faculdades biologicamente úteis numa única actividade orgânica. Afinal não faço distinção entre ciência e arte, excepto no que respeita aos métodos, e julgo que a oposição criada entre elas no passado se deveu a uma visão limitada de ambas as actividades. A arte é a representação, a ciência a explicação - da mesma realidade."
Herbert Read, "A educação pela arte"


Dica de site: http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/noe/noe52/dossier7.htm

Thaís Behar

terça-feira, 29 de julho de 2008

Educação pela Arte

"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende". (Guimarães Rosa)



"Não se pode falar de educação sem amor". (Paulo Freire)



"Na minha opinião, existem dois tipos principais de justificações para o ensino da arte. O primeiro tipo sublinha as consequências instrumentais da arte no trabalho e utiliza as necessidades concretas dos estudantes ou da sociedade como base principal para confirmar os seus objectivos. Este tipo de justificação denomina-se contextualista. O segundo tipo de justificação destaca o tipo de contribuição à experiência e ao conhecimento humanos que só a arte pode oferecer; acentua o que a arte tem de próprio e único. Este tipo de justificação denomina-se essencialista ." Elliot W. Eisner, "Educating artistic vision"



"O objectivo da educação pode ser apenas o de desenvolver, ao mesmo tempo que a singularidade, a consciência social ou a reciprocidade do indivíduo." Herbert Read, "A educação


pela arte"





http://anabelamgb.googlepages.com/apresentação





Ficaria repetitivo (re) falar sobre o que vimos nas aulas... preferi expor um resumo da vida de Herbert Read extraído do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Read





Herbert Read
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Herbert Read, em foto de Roloff Beny (1958)

Sir Herbert Edward Read (Kirkbymoorside, North Yorkshire, 4 de dezembro de 1893 — Malton, North Yorkshire, 12 de junho de 1968) foi um poeta anarquista e crítico de arte e de literatura britânico. Foi nomeado cavaleiro em 1953. Obteve o Prêmio Erasmo em 1966.
Foi criado numa fazenda e serviu como oficial na Primeira Guerra Mundial. A infância e a guerra foram temas freqüentes nas poesias que publicou, a partir da sua estréia com Guerreiros nus, em 1919. Após a guerra, trabalhou na curadoria do Victoria and Albert Museum, em Londres. Em 1931 e 1932 lecionou na Universidade de Edimburgo. De 1933 a 1939, foi editor da revista Burlington Magazine.
Crítico dos mais conceituados entre as décadas de 1930 e 1950, e expoente do movimento de educação pela arte, Herbert Read impôs-se por seu espírito democrático e humanístico, tanto no campo da estética quanto em pedagogia, sociologia e filosofia política.
Escreveu mais de mil obras sobre diferentes áreas do pensamento. Entre seus ensaios, destacam-se O significado da arte (1931), A forma na poesia moderna (1932) e Educação pela arte (1943).

Por Beto Câmara

domingo, 27 de julho de 2008

Educação pela Arte

Educação pela arte foi um movimento que teve início na Alemanha, durante a Segunda Guerra. Herbert Read e Viktor Lowenfeld são os dois principais adeptos desse movimeto. Read, mais romântico, resgata o pensamento platônico. Acreditava que a Arte era uma manifestação do sentimento, uma materialização da expressão intuitiva de cada ser. Por esse motivo a relação entre aluno e professor era uma relação informal e de muito afeto. Para ele, o bom professor era "...um vigia paciente e amoroso." A educação se daria pela paz! Para Read era necessário "Estabelecer um realcionamento pessoal com o aluno, baseado em amor e compreensão pela personalidade singular que foi confiada aos seus cuidados. Tal professor não tentará impor ao launo concepções arbitrárias de 'bom' e 'mal' que a criança não está apta a sentir e compreender ( e que, portanto levam a um estado de tensão ou discordância que é uma origem de neuroses.)".
Lowenfeld foi um dos autores mais lidos na década de 70, o que acabou criando a Lowenfeldmania. Para ele a Arte era uma " válvula de escape de tensões emocionais reprimidas, exercendo ação terapêutica e preventiva às afliçoes do espírito." Acreditava que a produção infantil era dotada de pureza e por isso a elevava a um status superior, sendo o processo de produção mais importante do que o resultado final. Criticava o uso de desenhos pré-feitos que eram fornecidos às crianças ( ainda hoje são!). A criança deveria entrar em contato com artistas e obras de arte para desenvolver seu próprio senso estético. A função do professor era criar esse contato com obras de arte e levá-los aos questionamentos para que eles próprios formulassem suas conclusões, claro , de maneira afetiva, cordial e recompensadora !

Karlene Braga

terça-feira, 22 de julho de 2008

Preceitos defendidos por Viktor Lowenfeld


Valorizava-se o processo da criança, enquanto pensamentos, percepções e reações ao ambiente. Partindo dessa premissa, buscava-se, portanto, a formação de sujeitos com imaginação criadora, explorando a capacidade das crianças.

A arte era vista como válvula de escape de tensões emocionais reprimidas, com a finalidade, pois, de exercer funções terapêuticas.

Restaram criticados os livros para colorir e, de igual sorte, as folhas mimeografadas.

Atentemos, a seguir, a algumas informações de 02 (dois) livros do mencionado autor, de acordo com dados colhidos no site www.submarino.com.br.

Em seu livro “A Criança e Sua Arte” (R$ 52,00 – cinqüenta e dois reais), Viktor Lowenfeld e W. L. Britain buscam desarraigar a “classe de desenho e de criação artística” tradicional e nela introduzir um clima de estímulo à espontaneidade.

Já na obra “Desenvolvimento da Capacidade Criadora” (não disponível para venda no momento no site pesquisado), Viktor Lowenfeld e W. L. Britain destinaram o enfoque, notadamente, para os pais. Contudo, será útil para qualquer pessoa que esteja em contato direto com as crianças e deseje incentivar seu desenvolvimento intelectual por meio da expressão criadora. Analisa o papel dos pais na promoção da criatividade das crianças no lar. Explica como os pais podem ajudar os filhos para que estes consigam superar suas dificuldades. Fornece informações aos pais a respeito das conexões existentes entre a arte da criança e o desenvolvimento de sua personalidade. Trata dos objetos adequados, do espaço e das facilidades que devemos oferecer para a arte dos nossos filhos. A matéria básica do livro é construída, realmente, pelas respostas dadas às perguntas dos pais, colecionadas num período de seis anos em que fiz conferencias, da costa do Atlântico à do Pacifico, nos Estados Unidos. Estas respostas, apresentadas em seqüência lógica, estão baseadas nas últimas pesquisas utilizáveis, nas experiências do ensino e num grande número de observações. As respostas referem-se às crianças de nível médio, sendo que não fora feita nenhuma tentativa para utilizar a arte como terapia para casos anormais ou como substituta para qualquer orientação clínica.


Carlos Nazareno Pereira de Oliveira

terça-feira, 8 de julho de 2008

Lembranças da aula passada

Olá, turma!!!
Esse cartum, acima, é de Adriano de Faria. Achei fantástico! Quer ver mais? Acesse: http://desenhodehumor.blogspot.com/.

Bom, navegando pela net achei um blog com opiniões de Cézar Prestes (Diretor do MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul)
e lembrei da nossa última aula (discussão sobre o que é arte, seu valor e o papel dos museus). Vejam alguns pontos selecionados por mim:

  • Quais os problemas dentro do sistema de arte?
"Só vamos melhorar a arte hoje a partir do momento em que educarmos os filhos, e ir educando sempre. Hoje, em qualquer escola particular, acho até que as estaduais são um pouco melhores nesse aspecto, se pinta palitinho de picolé, e aquelas coisinhas… Isso é a arte dada na escola. Há que desenvolver sim a criatividade da criança, mas é preciso mesmo ensinar o que é arte para criança. O problema está ali. Arrumando isso, a gente vai conseguir aos poucos limpar esse processo, porque talvez tenhamos uma pessoa sensível, mas que não tem formação. E muitas vezes um curso na universidade de artes te dá muito pouco, porque se podia ter aprendido muita coisa antes. A universidade é para dar um complemento da sensibilidade. Não se vira artista, mas se desenvolve um lado criativo. Não acredito que se crie um artista. Alguém pode até fazer um curso de artes visuais, com ênfase em desenho, ou pintura, escultura, porque tem mão boa para fazer uma linha. Tudo bem, se pode fazer isso, se formar e ser ótimo. Mas é preciso ter um pouquinho a mais do individuo… que deve vir antes. O indivíduo pode se formar, ser sensível ao processo, trabalhar na área, mas não vai ser artista. Porque vai sentir na sua própria avaliação que não tem condição. Acho que para se desenvolver, não basta aqueles quatro anos de formação no Instituto de Artes. E esse curso de artes é excelente. Um curso muito bom e sério, numa das escolas mais antigas do Brasil de artes. Mas as pessoas chegam lá com uma ilusão. Algumas se dão super bem, outras se decepcionam porque imaginam que vão conhecer o mundo, e não vão conhecer. Deviam ter feito isso antes, ali no Instituto é apenas um complemento. A arte só vai melhorar quando educar, isto é, quando a criança for bem educada desde o inicio no processo".
Fonte: http://artecomunicacao.wordpress.com/2008/07/02/quais-os-problemas-dentro-do-sistema-de-arte-cezar-prestes/

  • A arte morre em um museu?
"Não. O museu só morre se ele parar de formar e de educar. Porque preservar, um colecionador preserva, todo mundo preserva, e guarda e coleciona. Um museu tem que fazer a coleção, mas essa coleção serve para educar e formar o publico, a população".
Fonte: http://artecomunicacao.wordpress.com/2008/07/02/outras-perspectivas-a-arte-morre-em-um-museu-cezar-prestes/

  • "Qual a função do Museu em relação à arte?" Ele responde:
"A função do museu é educar o olhar e educar na informação da história da arte e da história da arte contemporânea. A nossa obrigação não é apenas fazer uma amostra, que a pessoa venha aqui e diga “olha, que bonito”. É preciso todo um forte trabalho pedagógico e educativo com escolas, e para isso é necessário um núcleo. É a razão do museu. Sem isso, não faz sentido. Só para guardar não faz sentido".
Fonte: http://artecomunicacao.wordpress.com/2008/07/02/outras-perspectivas-qual-a-funcao-do-museu-em-relacao-a-arte-cezar-prestes/


Postado por: Sandra Valéria