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domingo, 20 de julho de 2008

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA




Resolvi fazer uma brincadeira com a definição de Sandra sobre o Professor "Mil e uma utilidades" !

Karlene Braga

Arte Educador # Professor de Educação Artística

Passeei pelo blog para ler o que havia sido postado sobre Arte Educador e sobre Professor de Educação Artística. Também pesquisei na internet, mas o que achei mais interessante foi a definição de Sandra - mil e uma utilidades!

Na verdade, era exatamente isso. O professor de Educação Artística era um profissional com conhecimento superficial nas três áreas artísticas ( Artes Plásticas, Música e Cênicas) sendo propagador dessa superficialidade. Como não existia proposta educacional definida, o senso crítico dos alunos também não era despertado. Na verdade, o que importava não era o projeto artístico, mas o processo. O professor ficava em sala esperando que os alunos exteriorizassem a arte, sem haver uma provocação ou conduta didática que os orientasse e a suas produções. O desenho de Antonio, O Pato Professor, acaba por sintetizar isso: o professor fazia tudo, mas tudo mal! E essa atitude deixava o aluno perdido e pouco explorado.

Já a função do Arte Educador parece ser bem diferente. Ele concebe a arte como resultado de exercícios constantes e não apenas como um dom especial em busca pelo desenvolvimento criativo do aluno. Baseado na necessidade desse desenvolvimento acaba colocando seus alunos em contato com outras obras de arte para que sejam capazes de desenvolver seu senso crítico e no futuro caminhar com suas pernas, elaborando suas próprias concepções.

Às vezes vejo ou leio alguns profissionais de arte-educação reclamando que não são respeitados pelos colegas de profissão das demais disciplinas. Não tenho experiência para explicar mas depois desse esclarecimento sobre o que foi o professor de Educação Artística, vejo que o problema pode ter sido gerado aqui. Como as aulas não eram muito fundamentadas, podem ter passado para os colegas a impressão de enrolões ou boas-vidas.

Karlene Braga

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Professor de educação artística ou arte-educador?

Qual a diferença entre um professor de educação artística e um arte-educador?

A diferença é simples, porém nem sempre percebida.

O professor de educação artística é o profissional que ensina o básico das várias vertentes da arte (dança, teatro, artes visuais, música), sem ter uma proposta educacional definida. Concebe a arte como um dom, o que, muitas vezes, limita os alunos em sala de aula, pois não desenvolve um senso crítico para que os mesmos possam se auto-avaliar habilidosos ou não.

Já o arte-educador procura ampliar os horizontes dos alunos e seu senso crítico, além de contextualizar a arte para que os alunos a entendam no seu mundo, para que os mesmos aprendam a ver a arte ao seu redor. O profissional dessa área procura desenvolver a criatividade do alunado levando- o a uma idéia de que a arte não é só expressão de sentimento, muito menos um dom. Concebe a idéia de que a arte é estudo e exercício contínuo.

Thaís Behar

PROFESSOR




PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA ≠ ARTE EDUCADOR.


Considerando o tema abordado primeiro é preciso entender a função do professor.


Tradicionalmente o professor tinha a função de ensinar uma ciência, arte, técnica ou disciplina e era conhecido como um mestre, por ter um alto grau de conhecimento.


Trata-se, na verdade, de uma reúnião de conhecimentos e experiências que é compartilhado geralmente na sala de aula de entre professor× alunos, porém não só se limitando,expandindo-se em outras situações como a escola, casa, igrja em geral.


Ainda em relação à educação a diferenciação existente entre professor de Educação Artística e o Arte Educador.


O professor de Educação Artística, faz de tudo um pouco como peçasteatras, danças, confecções de materiais didáticos relacionado com as datas comemorativas e conteúdos específicos, decoração da sala de aula e atividades extras classes e é conhecido como professor polivalente que permite vários tipos de aplicações, ou seja usa a arte para educar para arte.


Logo o Arte Educador faz de tudo na sua área especifica que pode ser na artes visuais, cenicas e múdicais, usando a arte como ferramenta da educação, como sua origem, importãncia que teve da sua época, indivíduo que se destacaram,....


Além dessa observação geral, orienta a criança a desenvolver habilidades, conhecimentos e que arte se ensina e se aprende, estimulando a essência individual eassim despertar um novo conhecedor da arte ou até mesmo um novo artista.



Texto elaborado por adriana da Silva Nascimento e uma das imagem foi retirada do site www.contosdaescola.net/quem-quer-ser-professor/



terça-feira, 15 de julho de 2008

O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E O ARTE-EDUCADOR



Talvez para algumas pessoas o Professor de Educação Artística e o Arte-Educador sejam nomes diferentes aplicados ao mesmo profissional. Ou seja, nomes empregados para a pessoa que é habilitada a ensinar artes nas escolas. Sim, os dois trabalham com artes, mas a maneira como ensinam faz toda a diferença nos resultados, quer dizer, no processo de uma educação para as artes. Essa mudança no ensinar foi um processo de evolução.

O Professor de Educação Artística – Profissional muito conhecido pelos alunos e funcionários das escolas como aquele que organiza a decoração para as festas, que ensaia as músicas para a homenagem às mães, que prepara o teatro para a “feira de ciências”, que elabora as capas das provas... É o profissional mil e uma utilidades. Então, isso é ótimo! NÃO, ISSO É PÉSSIMO!
O professor de Educação Artística é considerado como o polivalente, mas essa versatilidade toda acaba sendo prejudicial para ele e para toda a comunidade escolar. Normalmente esse profissional trabalha a arte subordinada a outras atividades e não tem uma proposta educacional definida, apenas orienta para o fazer. Também considera a arte como um dom, o que acaba alimentando idéias castradoras na sala de aula (a existência dos habilidosos e os inatos).

O Arte-Educador – É o professor que não aceita a polivalência imposta à profissão, concepção tida por muitos. Ele defende, em suas ações pedagógicas, não a arte como sentimento (inspiração ou dom), mas como resultado de uma prática ligada à cognição (conhecimento, por sua vez, socializado). O resultado de seus trabalhos amplia o horizonte dos alunos, permitindo-os conhecer uma arte contextualizada.

O Arte-Educador é indicado, hoje, como o professor de Artes Visuais.



Postado por: Sandra Valéria

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E ARTE-EDUCAÇÃO: QUAL A DIFERENÇA?


Acredito que muitos achem que Educação Artística e Arte-educação sejam a mesma coisa, mas, felizmente, não é. Como disse o nosso ilustríssimo amigo Carlos, houve uma evolução grande do conceito de professor de Educação artística pro Arte-educador, e é essa evolução que eu vou falar agora.

O professor de educação artística é aquela coisa bem multiuso: pinta, desenha, corta, cola, costura, toca violão, gaita, flauta, dança, canta, sem contar que ainda dirige as peças da Paixão de Cristo todo ano. Essa lista enorme de atividades é o que chamam de polivalência, uma ‘coisa’ sem especificação, que acaba prejudicando o desenvolvimento do aluno, pois não tem uma proposta educacional exata, impossibilitando os coitadinhos dos alunos de terem conhecimentos específicos sobre a arte, vendo de tudo e sem conhecer nada.

Já o arte-educador tem uma preocupação maior com essa especificidade da arte, ensinando a arte como tem que ser ensinada, com uma proposta educacional mais correta, desenvolvendo o senso crítico do aluno, fazendo contextualizações entre o aluno e o ambiente (colégio, casa, rua...) e fazendo o mesmo usar a inteligência ao invés de usar somente papel colorido, cola e tesoura sem pontas.

Por Danielle Costa

segunda-feira, 14 de julho de 2008

DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA AO ARTE/EDUCADOR

Fonte da imagem: http://populo.weblog.com.pt/arquivo/2005/10/ensino_a_parte_1
Evoluímos bastante do conceito do Professor de Educação Artística para o Arte/Educador.

O modelo do Professor de Educação Artística, que predominou na época da ditadura militar, voltava-se para o profissional polivalente, ou seja, aquele que deveria explorar todas as artes simultaneamente, situação esta que, fatalmente, poderia ocasionar (e, de fato, ocasionava) um aprendizado deficitário.

Dava-se, pois, maior ênfase no processo em detrimento do resultado. Com efeito, a polivalência prevalecia focada na auto-expressividade do alunado, fato este que ensejava uma conseqüente escassez na ampliação dos horizontes dos estudantes. Era visível, nesse espeque, a ausência da ênfase na criticidade dos alunos, tolhendo, destarte, a inteireza do desenvolvimento pedagógico necessário em todo procedimento de aprendizado.

Hodiernamente, ao revés, dá-se ênfase na interdisciplinariedade. É a premissa do Arte/Educador.

Trabalha-se, portanto, com a informação artística advindas de profissionais específicos de cada ramo da arte, enfatizando, insofismavelmente, a criticidade dos estudantes, oportunidade em que são trazidas, aos mesmos, diversas informações para que seus horizontes sejam, deveras, ampliados. Uma imperiosa evolução pedagógica, indene de dúvidas.

Carlos Nazareno Pereira de Oliveira